A DECISÃO JUDICIAL DA DESEMBARGADORA VALÉRIA DACHEUX E O CONTRATO DE ASSUNÇÃO DE DIREITOS COM O ESTADO DO RJ

A recente decisão judicial consagra de forma definitiva a solidez do contrato que fizemos com o Estado em 1998. É sempre bom lembrar, que a inexistência desse contrato deixaria os banerjianos em uma situação financeira extremamente difícil, pois a nossa Caixa de Previdência – PREVI/BANERJ – só dispunha de 18% de reserva matemática para sustentar as nossas aposentadorias. O que vale dizer, em termos reais, que para um direito potencial de aposentadoria no valor de mil reais, a Caixa só teria capacidade financeira de pagar 180 reais. Portanto, o contrato foi a nossa salvação. Deu muito trabalho, custou muita luta, causou muitos traumas com a privatização do Banco e encerrou a carreira profissional de muitos colegas que lutam para sobreviver nesse panorama de crise, completa falta de ética, corrupção desenfreada e falta de perspectiva, a curto prazo, para sairmos dessa enrascada, promovida pelos sucessivos governos do Estado.
 
Como todos sabemos, a privatização do Banerj se deu por uma convergência de interesses entre os governos federal e estadual, respectivamente FHC e Marcelo Alencar. Com sabedoria e determinação conseguimos, em 1998, no final do mandato do governador Marcelo Alencar, assinar os contratos que garantem o recebimento de uma renda mensal vitalícia transmissível aos dependentes.
 
Atualmente, podemos afirmar que o nosso contrato, que vinha sendo cumprido normalmente até o ano passado, quando sofreu seu primeiro abalo com a negativa do Estado em pagar o 13º salário, prontamente reestabelecido pela ação judicial promovida pela AAFBANERJ. E agora, a sua robustez foi definitivamente consagrada pela decisão da desembargadora Valéria Dacheux, quase 20 anos depois de sua existência, ao determinar o imediato pagamento do 13º e a renda mensal de dezembro. Ao Estado só lhe resta um caminho: efetuar os pagamentos da nossa renda mensal nas datas previstas no próprio contrato.

3 Responses

  1. Ainda bem que existe gente de bem nesse País. Que segue o caminho certo, que manda cumprir a lei com toda ordem e justiça. Ainda há esperança de dias melhores acontecerem em nossas vidas.
  2. Boa tarde,eu gostaria de saber ,eu sendo filha solteira se eu tenho direito ao beneficio do meu pai,sendo que minha mãe também e falecida.desde ja obrigada.
    • aafbanerj
      Prezada Gloria, Quem tem direito ao benefício, são os menores de 21 anos e aqueles considerado incapazes. Att. AAFBanerj

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